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Fototerapia e Terapia Fotodinâmica (PDT)
Aplicações/Protocolos
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Bios Therapy II - Aplicações e Protocolos

Artrite / Artrose

Artrite
A artrite é um processo inflamatório que se manifesta nas articulações, tendo como consequência, alguns sinais e sintomas (inchaço nas articulações, rigidez, dor) decorrentes de lesões articulares. Sua evolução é dolorosa com limitação de função ou a deformidade.

Artrose
A artrose, também chamada de osteoartrite, osteoartrose ou artrite degenerativa, é uma artrite que ocorre por degeneração das cartilagens das articulações. A cartilagem é um tecido que serve como "almofada" ou "amortecedor" entre dois ossos.

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Protocolo de tratamento:
Programar o aparelho Bios Therapy ll com 60 seg, aplicar na região articular comprometida, procurar seguir as regiões anatômicas para realizar as aplicações, usar a ponteira do aparelho com uma ligeira pressão sobre a pele, repetir esta operação duas a três vezes por semana por 10 a 20 seções ou prosseguir com o tratamento até sua completa melhora.

Mecanismo de ação da fototerapia:
• Estimula o metabolismo celular com maior síntese da ATP nas mitocôndrias
• Maior suprimento sanguíneo por vaso dilatação da região irradiada, ativando a microcircurlação arterial e neovascularização
• Maior fluxo venoso e linfático- diminui edemas 
• Maior síntese protéica (colágeno)
• Acelera divisão celular 
• Acelera crescimento epitelial 
• Diminui inflamação tecidual
• Apresenta ação analgésica importante pela síntese de endorfinas e serotoninas pelas plaquetas locais
• Minimiza o uso de medicamentos prolongados e de seus efeitos colaterais 
• Reintegra o paciente  mais cedo as suas atividades

  Masterview Fototerapia

DORES ARTICULARES

Geralmente estão associadas a um processo inflamatório nas articulações podem ser decorrentes de traumatismos, sobrecarga, luxações, alterações anatômicas das articulações ou desequilíbrios musculares.
A dor,  edema, dificuldades de movimentos são características de lesões, tratados com anti-inflamatórios e analgésicos.

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Protocolo de tratamento:
Programar o aparelho Bios Therapy ll com 60 seg, aplicar na região articular comprometida, procurar seguir as regiões anatômicas para realizar as aplicações, usar a ponteira do aparelho com uma ligeira pressão sobre a pele, repetir esta operação duas a três vezes por semana por 10 a 20 seções ou prosseguir com o tratamento até sua completa melhora.
Aplicar 1 ponto de 60 seg a cada 3 a 5 cm por toda área articular.

Mecanismo de ação da fototerapia:
• Estimula o metabolismo celular com maior síntese da ATP nas mitocôndrias
• Maior suprimento sanguíneo por vaso dilatação da região irradiada, ativando a microcircurlação arterial e neovascularização
• Maior fluxo venoso e linfático- diminui edemas 
• Maior síntese protéica (colágeno)
• Acelera divisão celular 
• Acelera crescimento epitelial 
• Diminui inflamação tecidual
• Apresenta ação analgésica importante pela síntese de endorfinas e serotoninas pelas plaquetas locais
• Minimiza o uso de medicamentos prolongados e de seus efeitos colaterais 
• Reintegra o paciente  mais cedo as suas atividades

POS CIRURGICO DE CIRURGIA DE LIGAMENTO CRUZADO DE JOELHO

A reabilitação funcional do joelho é um dos principais fatores que contribui para o sucesso da cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA).
A evolução tecnológica dos materiais para fixação do enxerto, combinada às propriedades biomecânicas similares que os enxertos autógenos mais comumente utilizados, têm permitido programas de reabilitação mais agressivos, seguros e que possibilitam ao paciente um retorno mais rápido e eficiente às atividades esportivas e de lazer, sem as complicações comumente associadas aos longos períodos de imobilização.

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Protocolo de tratamento:

Fase I (1º sem): Objetivo – controle da dor e edema 
• Repouso relativo
• Exercícios isométricos para quadríceps 
• Marcha com muletas e carga parcial
Fototerapia:
Programar o aparelho Bios therapy ll com 60 seg, aplicar 3 pontos sobre a sutura anterior e 2 pontos do lado direito e 2 pontos do lado esquerdo, repetir esta operação diariamente na primeira semana e 3 vezes por semana nas semanas subsequentes. Avaliações da evolução poderão ser acompanhadas por ultrassom ou ressonância magnética.
O tratamento poderá ser iniciado assim que o paciente for para a recuperação, esperamos assim controlar o edema, a dor e a inflamação, acelerando as etapas de sua recuperação.

Fase II  (2º a 4º semana): Objetivo – ganhar arco de movimento  (mínimo de 0º a 90º)
• 2º semana: exercícios isométricos, flexão ativa (em prono ou sentado) e mobilização da patela
• 3º semana: inicia bicicleta estacionária sem carga
• 4º semana: acrescenta ½ kg de carga nos exercícios isométricos
Fototerapia 
Manter protocolo anterior 3 vezes por semana.

Fase III  (2º mês): objetivo – iniciar ganho muscular e controle motor
• Retirada das muletas 
• Alongamento de isquiotibiais
• Treinamento de marcha
• Carga progressiva nos exercícios isométricos
Fototerapia 
Manter protocolo anterior 3vezes por semana

Fase IV (3º e 4º meses): objetivo – incentivar ganho muscular e propriocepção
• Início das atividade em academia de ginástica
• Exercícios de cadeia cinética fechada – bicicleta, “leg press”, mesa flexora, “stepper”, cadeira imaginária e propriocepção.
• Exercícios isométricos
Fototerapia 
Manter protocolo anterior 3 vezes por semana.

Fase V (após 4 meses): treinamento dos exercícios de impacto
• Inicia corrida progressiva (esteira ou pista)
• Alongamentos gerais
Fototerapia 
Manter protocolo anterior 3 vezes por semana

Fase VI (após 6 meses): Treinamento esportivo e programa de manutenção.
• Exercícios aeróbicos e localizados
• Incentivado o treinamento esportivo sem competição
Fototerapia 
Manter protocolo anterior 3 vezes por semana, sua avaliação poderá se feita com auxílio do eletrofibromiografo e carga de força. O objetivo é determinar através de gráficos as tentativas de atingir um determinado alvo previamente determinado através de uma série de exercícios simulados. A evolução nos acertos do alvo avaliados mensalmente determina com segurança o retorno saudável de suas atividades esportivas em um menor tempo de pós-operatório.

Mecanismo de ação da fototerapia:
• Estimula o metabolismo celular com maior síntese da ATP- adenosina trifosfato- nas mitocôndrias- força celular. 
• Maior suprimento sanguíneo por vaso dilatação da região irradiada, ativando a microcirculação arterial e neovascularização. 
• Maior fluxo venoso e linfático- diminui edemas 
• Maior síntese protéica (colágeno)
• Acelera divisão celular 
• Acelera crescimento epitelial 
• Diminui inflamação tecidual
• Apresenta ação analgésica importante pela síntese de endorfinas e serotoninas pelas plaquetas locais
• Minimiza o uso de medicamentos prolongados e de seus efeitos colaterais
• Reintegra o paciente mais cedo as suas atividades

HÉRNIA DE DISCO

A coluna vertebral é composta por vértebras, em cujo interior existe um canal por onde passa a medula espinhal ou nervosa. Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, estão os discos intervertebrais, estruturas em forma de anel, constituídas por tecido cartilaginoso e elástico cuja função é evitar o atrito entre uma vértebra e outra e amortecer o impacto.
Os discos intervertebrais desgastam-se com o tempo e o uso repetitivo, o que facilita a formação de hérnias de disco, ou seja, a extrusão de massa discal que se projeta para o canal medular através de uma ruptura da parede do anel fibroso comprimindo a medula causando parestesias, dor e inflamação.

 
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Protocolo de tratamento:
Manter protocolos fisioterapêuticos para o caso e associar a fototerapia. Programar o aparelho Bios Therapy ll com 60 seg, aplicar na região articular comprometida, procurar seguir as regiões anatômicas para realizar as aplicações, usar a ponteira do aparelho com uma ligeira pressão sobre a pele, repetir esta operação duas a três vezes por semana por 10 a 20 seções ou prosseguir com o tratamento até sua completa melhora.
Aplicar 3 pontos de 60 seg a cada 3 a 5 cm de cada lado da coluna.
Caso haja comprometimento inflamatório de musculatura, fazer bloqueio regional da musculatura comprometida irradiando toda a região.
A interação da luz com os tecidos biológicos induz a uma ação anti-inflamatória e analgésica importante, minimiza o uso de medicamentos prolongados e seus efeitos colaterais, reintegrando em menor tempo o paciente ao convívio social.
Acredita se que este tipo de tratamento possa auxiliar cicatrização da cápsula fibrosa do disco evitando com isto o extravasamento de seu conteúdo e sua compressão a área medular. É  bastante importante associar exercícios para fortalecer  a musculatura de suporte.

Mecanismo de ação da fototerapia:
• Estimula o metabolismo celular com maior síntese da ATP
• Maior suprimento sanguíneo por vaso dilatação da região irradiada, ativando a microcircurlação arterial e neovascularização
• Maior fluxo venoso e linfático- diminui edemas 
• Maior síntese protéica (colágeno)
• Acelera divisão celular 
• Acelera crescimento epitelial 
• Diminui inflamação tecidual
• Apresenta ação analgésica importante pela síntese de endorfinas e serotoninas pelas plaquetas locais
• Minimiza o uso de medicamentos prolongados e de seus efeitos colaterais 
• Reintegra o paciente mais cedo as suas atividades

DISTENSÃO MUSCULAR

A distensão muscular é provocada pela fadiga do músculo. Com rompimento total ou parcial das fibras musculares. Esta lesão causa dores agudas, inflamação, rompimento de vasos com formação de edema e arrocheamento, perda da força e mobilidade inativando o atleta por algum tempo.
O diagnóstico deste tipo de lesão poderá ser feito por ultrassom e por exame de sangue para identificar níveis de proteína CPK.

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Protocolo de tratamento:
Manter protocolos fisioterapêuticos para o caso e associar a fototerapia. Programar o aparelho Bios Therapy ll com 40 seg, aplicar na região muscular comprometida com dor e edema, procurar seguir as regiões anatômicas para realizar as aplicações, usar a ponteira do aparelho com uma ligeira pressão sobre a pele, repetir esta operação duas a três vezes por semana por 10 seções ou prosseguir com o tratamento até sua completa melhora. Tratamento bastante indicado na medicina esportiva na recuperação de atletas.

Mecanismo de ação da fototerapia:
• Estimula o metabolismo celular com maior síntese da ATP
• Acelera divisão celular 
• Promove a neovascularição com maior aporte de sangue arterial a região
• Vaso dilatação da região irradiada, facilitando a drenagem linfática diminui edemas e acelera a remoção de toxinas e radicais livre
• Maior síntese protéica (colágeno)
• Acelera reparação muscular 
• Diminui inflamação tecidual
• Apresenta ação analgésica importante pela síntese de endorfinas e serotoninas pelas plaquetas locais
• Controla fibrosamento

• Minimiza o uso de medicamentos prolongados e de seus efeitos colaterais 
• Reintegra o paciente mais cedo as suas atividades.

FADIGA MUSCULAR

Durante a atividade física e os exercícios utilizamos a glicose como fonte de energia, com a queima da glicose se forma o ácido lático levando o músculo a fadiga, a dor e a incapacidade de prosseguir com a  atividade.
A fototerapia tem demonstrado uma alternativa para melhorar a performance de atletas, a interação da luz com tecidos estimula a micro circulação e favorece a drenagem, facilita a retirada o ácido lático do músculo, melhora a oxigenação local e controla o processo inflamatório de fibras rompidas durante a atividade física.
Com este processo natural do próprio organismo é observado o alívio das dores possibilitando o atleta a um retorno mais cedo de suas atividades.

  Masterview Fototerapia

Protocolo de tratamento:
Manter protocolos fisioterapêuticos para o caso e associar a fototerapia. Programar o aparelho Bios Therapy ll com 40 seg, aplicar na região muscular comprometida com dor e edema, procurar seguir as regiões anatômicas para realizar as aplicações, usar a ponteira do aparelho com uma ligeira pressão sobre a pele, repetir esta operação duas a três vezes por semana.

LESÕES DE PELE - ÚLCERAS

Antes
Masterview Fototerapia
Depois de 60 dias
Masterview Fototerapia

A região comprometida foi dividida em 2 quadrantes, direito e esquerdo, sendo que cada quadrante recebeu irradiação em 4 pontos de 6 J/cm², ou 20 seg por ponto 3 vezes por semana.
A região inflamada irradiada apresentou ação anti-inflamatória com melhora da microcirculação. Acredita-se que ouve melhora do aporte de oxigênio, estímulo da drenagem, favorecendo a remoção de radicais livres. Ocorreu a inibição da síntese de prostaglandinas, correção do pH e ação de analgesia. Observa-se na foto, que após 60 dias de aplicação a inflamação foi totalmente controlada, assim como a regularização da pele da região, após 2 meses de tratamento.

Antes
Masterview Fototerapia
Depois de 60 dias
Masterview Fototerapia

A Fototerapia na região apresentada na figura acima, mostra neoformação epitelial. Acredita-se que a foto modulação proporcionou a regularização do meio extracelular, favorecendo a oxigenação e a nutrição celular. Houve estímulo mitocondrial favorecendo a síntese de ATP, aumento do metabolismo celular, bem como estimulo dos hormônios de crescimento favorecendo a mitose. Comparando-se as duas fotos, pode-se observar uma notável neoformação epitelial do pé tratado.

Fig. A
Masterview Fototerapia
Fig. B
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Fig  A- Mostra inflamação traumática de dedo do pé, com necrose epitelial do dedo.

Fig  B- Mostra controle da inflamação  e reeptelização da pele do dedo após 10 seções de 6 j/cm²  ou 20 seg por ponto, 2 pontos superior e 2 pontos na região inferior do dedo. Aplicações feitas 3 vezes por semana com resultados  em 30 dias. Relato de alívio de dores a partir da 2ª seção.

ESCARAS

Corresponde a uma lesão de pele causada pela isquemia (interrupção sanguínea) em uma determinada área, devido a uma compressão por uma proeminência óssea durante um tempo prolongado. Quando a úlcera de pressão lesão apresenta uma capa necrótica, geralmente escura, recebe o nome de escara.

Masterview Fototerapia
Estágio I – Fase de Hiperemia (Vermelhidão)

Observa – se um vermelhidão local, porém a pele ainda está intacta. Ocorre quando há uma compressão local

Estágio II – Fase de Isquemia

Nessa fase a lesão avançou e começa a comprometer a pele, causando uma lesão, que pode ser uma bolha ou ainda uma abrasão.

Protocolo de tratamento:
A Fototerapia é muito bem indicada nas duas fases de forma preventiva à formação de uma úlcera de pressão ou escara. Sempre que observar hiperemia nas regiões susceptíveis a formação de escaras, realizar aplicações diárias com exposição de 30 seg por ponto. Desta forma estaremos prevenindo possíveis formação de úlcera pela melhora da microcirculação da região e uma ação anti- inflamatória induzida pela Luz vermelha.

ÚLCERA VARICOSA E CONTROLE MICRO BIOLÓGICO

   

Masterview Fototerapia

Protocolo de tratamento:
Promover a limpeza da região, corar as bactérias borrifando azul de metileno 0,2% em toda a região. Após 5 minutos irradiar com Bios Therapy ll. Aplicar tantos pontos quanto necessário para cobrir toda a área com exposição de 40 segundos por ponto.
Repetir a operação com azul de metileno sempre que observar contaminação com presença de exudato característico.
Realizar a fototerapia 3 vezes por semana, com exposição de 30 segundos por ponto somente com a luz vermelha durante o resto do período até sua completa cicatrização. 
Após 15 dias de terapia observar as bordas já mais fina e a neoformação epitelial, diminuindo o tamanho da úlcera. Resultado final de cicatrização devera ocorrer após 60 a 90 dias a partir do início do tratamento.

PÉ DIABÉTICO

   

O pé diabético é uma série de alterações anatomopatológicas e neurológicas periféricas que ocorrem nos pés de pessoas acometidas pelo diabetes mellitus. Essas alterações constituem-se de neuropatia diabética, problemas circulatórios, infecção e menor circulação sanguínea no local. Essas lesões geralmente apresentam contaminação por bactérias, e como o diabetes provoca uma retardação na cicatrização, ocorre o risco do pé ser amputado. O pé diabético ocorre pela ação destrutiva do excesso de glicose no sangue. A nível vascular, causa endurecimento das paredes dos vasos, além de sua oclusão, o que faz a circulação diminuir, provocando isquemia etrombose.

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Autor: Dr Tardivo
Masterview Fototerapia
Autor: Dr Tardivo
Fig. A
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Fig. B
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Na Fig A observa-se um pé diabético com deficiência de irrigação, com áreas de necrose e regiões ulceradas,  recebeu irradiação LED com energia de 6J/cm²  ou 30 seg em cada ponto por toda a área plantar. A Fig  B mostra que após 60 dias de tratamento, houve o retorno da irrigação sanguínea, com melhora da coloração da região, controle da inflamação e início de cicatrização no pé tratado. Acredita-se que a irradiação luminosa proporcionou a inibição da prostaglandina, estimulando a síntese da enzima superóxido-desmutase, controlou a ação de radicais livre diminuindo a adesividade plaquetária, proporcionando aumento da irrigação sanguínea e regularização do pH da ferida estimulando a síntese de ATP, favorecendo a reparação epitelial da ferida. Recomenda-se continuar as aplicações 2 a 3 vezes por semana até a sua completa cicatrização.

Fig. A
Fig. B
Fig. C
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Masterview Fototerapia
Masterview Fototerapia
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A figura mostra evolução de cicatrização de pé diabético após 60 dias com aplicações de 3 vezes por semana com densidade de  energia de 6j/cm². Nota-se que ocorre reparação e remodelação da ferida sem formação de crostas e fibrosamento da pele.

LESÕES POR TRAUMAS

Fig. A
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Fig. B
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A fig A e  B mostra trauma de mão por esmagamento, com perda de estrutura de pele, fratura óssea , edema e inflamação. Aplicações de 10 minutos diários de Ledterapia em toda extensão dos dois lados da mão, com energia de 8J/cm², ou 40 seg por ponto.

Fig. A
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Fig. B
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Fig  A e B mostra resultados clínicos obtidos após 15 dias de tratamento. Redução do edema e da inflamação, alívio das dores, boa cicatrização, retorno dos movimentos, reparação óssea,  retorno da sensibilidade.

Fig. A
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Fig. B
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Na figura a histologia do tecido ósseo mostra osteoblasto sintetizando colágeno e formando matriz orgânica (lamela), que por sua vez origina um novo trabeculado, que vai ser calcificado pelo cálcio circulante trazido pela corrente sanguínea.
A bioestimulação, obtida através do uso da luz vermelha do LED, melhora a irrigação local e favorece a drenagem, saneando o meio extracelular. A biomodulação da luz sobre os osteoblasatos estimulam a sintetizarem colágeno e a formar assim matriz de colágeno chamado de lamela óssea. O cálcio circulante na corrente sanguínea se encarregara de calcificar estas lamelas, formando assim um novo trabeculado, podendo consolidar fraturas em menos tempo e com melhor qualidade.

Masterview Fototerapia
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Foto mostra redução de fratura

A fototerapia poderá ser realizada no trans cirúrgicos antes da sutura. Soro rico em plaquetas tem sido aplicado em associação a fototerapia com excelentes resultados, no controle inflamatório diminuição da dor e neoformação óssea e restabelecimentos de condições satisfatórias de reparação.
As aplicações de 40 seg por ponto diariamente na primeira semana e 3 vezes por semana nas semanas seguintes.

Masterview Fototerapia
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Prof Dr Paulo Henrique Nassry

Fratura de mandíbula mostra sequência de tratamento de imobilização através de placas de contenção e fototerapia realizada antes da sutura, no centro cirúrgico.

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FOTOTERAPIA NO TRANS OPERATÓRIO
Envolver o equipamento em um saco plástico transparente este rio e realizar a terapia dentro do centro cirúrgico.
Em muitos casos se realiza procedimentos de PRP, soro rico em plaquetas em associação com a fototerapia, com ótimos resultados.

Plasma Rico em Plaquetas - PRP

PRP é a sigla que representa o termo "Plasma Rico em Plaquetas" (Platelet Rich Plasma), e consiste em uma técnica que usa fragmentos celulares e células, especificamente as plaquetas e leucócitos do sangue do próprio paciente para acelerar a regeneração de uma área lesionada. Trata-se de um procedimento simples, não imunogênico e de custo relativamente baixo. Tem sido descrito com sucessos clínicos notáveis, particularmente em Ortodontia, Cirurgia Craniofacial, Cardíaca, Plástica e na Cirurgia Ortopédica e Traumatológica.

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Tratamento de ferida crônica com gel de PRP.
Masterview Fototerapia
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Fotografia mostra evolução de paciente após 15 dias de tratamento com Bios Therapy ll, aplicações diárias na primeira semana e 3 vezes nas semanas subsequente. Através da fototerapia, podemos notar uma aceleração das etapas da inflamação e da cicatrização com resultados após 15 dias sem a formação de hiperplasias e queloides.

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Seqüência de pontos de aplicação, pontos com duração de 30 seg a cada 5 cm.

QUEIMADURA

Dividir a ferida em quadrantes, afastar o aparelho 2 cm da lesão de maneira que o feixe de luz atinja 5 cm de diâmetro, irradiando a área com o diâmetro focal por 60 segundos, seguindo a aplicação posicionando o feixe em outra área e assim por diante até completar o quadrante, seguindo o mesmo procedimento nos outros quadrantes.
Manter o protocolo para queimados com trocas de curativos. Realizar aplicações diariamente na primeira semanas e após 3 vezes por semana, até a sua completa cicatrização

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Foto: Valeria Couto
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Evolução após 20 dias de tratamento (Foto: Valeria Couto)
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Evolução de paciente com queimaduras tratado com LED após 15 dias

• A Fototerapia propicia alívio nas dores
• Diminui  o exudato
• Acelera etapas da inflamação e reparação
• Controla a fibrose e formação de queloides

SINUSITE

A sinusite é uma inflamação da mucosa dos seios maxilares e frontal,  causa incômodos e dores no paciente que possuem a patologia. Essa doença é uma inflamação que acontece nas vias respiratórias, causada por vírus, bactérias ou até mesmo certos tipos de fungos. Esta inflamação acontece, na verdade, no seio paranasal e está diretamente ligada a alguns tipos de alergias, como a rinite e também com a inalação constante de poluentes e gases tóxicos. As sinusites podem ser do tipo: infecciosa, que vai fazer o paciente apresentar febre e secreção.

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Aplicações extrabucal ou intrabucal de 10 J/cm², ou 40 seg nos seios direito e esquerdo da face e seios frontais 3 vezes por semana até o alívio dos sintomas. Os resultados acontecem a partir da terceira seção, com alívio das dores e descongestinamento dos seios maxilares e melhoras da sintomatologias.

TERAPIA FOTODINÂMICA - PDT

Entende-se como terapia fotodinâmica ou PDT  (Photo Dynamic Therapy), como um novo e eficaz tratamento de certos tumores de pele incluindo carcinomas e lesões pré malignas. O tratamento consiste na aplicação de um creme especial (contendo ingrediente methylaminolaevulinate ou MAL, conhecido como Metvix)  um procedimento no qual uma droga fotossensível não tóxica é administrada em um organismo, sendo posteriormente excitadas por uma fonte de luz na região do vermelho, induzindo as células a uma apoptose com a presença da luz, pela formação de oxigênio singleto.O uso de moléculas fotossensibilizadoras, quando expostas a uma fonte de luz específica, captam e transferem energia para as moléculas vizinhas de oxigênio, produzindo-se assim compostos eletronicamente excitados, chamados de radicais livres, ou oxigênio singlet pela sua capacidade de produzir dano e morte celular.

As drogas fotossenssíveis podem ser administradas via endovenosa, tópica ou infiltrativa. Quando injetadas em um organismos, tem predileção por tecidos com grande atividade metabólica ou mitótica, concentrando-se onde se está desenvolvendo um tumor, um quelóide, uma degeneração ou onde esteja uma grande proliferação de vírus ou bactérias. Esta indicada na terapia de tumores neoplásicos, malignos ou não, baso celulares, áreas de quelóides, feridas e tumores em órgãos ocos tumores como no esôfago, traquéia reto etc.
Entre os fotossensibilizadores existente no mercado, os mais empregados são o Photogen, o Photofrin, e o Photoscan, todos injetáveis e derivados de hematoporfirinas. Existem ainda os cremes e os sais de ALA(acido Amino Levulínico). Metivix, pasta tópica já encontrada no mercado, já bastante utilizada.
O Azul de Metileno – composto pouco tóxico, barato e de fácil obtenção - segundo Boehncke e cols., mostra um efeito marcadamente mais forte na presença de uma fonte de luz com absorção máxima no espectro do vermelho (600-700nm). 
Pelo fato de células tumorais captarem o corante com maior avidez que as dos tecidos normais e pela sua baixa toxicidade, este procedimento pode, portanto, ter larga aplicabilidade para o tratamento de tumores acessíveis à injeção da substância fotossensibilizante e à sua posterior exposição à fonte luminosa, como por exemplo, tumores de esôfago, brônquios, pele, etc. 
Também é possível realizar a Terapia Fotodinâmica em bactérias, no  controle microbiológico bastando corar a ferida contaminada  com o azul de metileno e irradiar com uma dosagem acima  de 100j/cm².
Esta técnica poderá ser bastante eficiente com efeito bactericida de feridas altamente contaminadas. A intensidade da fonte de luz é muito importante na ativação da droga e até o momento esta técnica não foi muito difundida pelos altos custos das fontes de luz e da liberação para o uso das drogas fotossensíveis.
Recomenda-se para aqueles que queiram fazer uso desta técnica que estude mais a literatura sobre terapias fotodinâmica, e que sigam as orientações de dosagem sugerida pelo fabricantes das diversas marcas comerciais de drogas fotossensíveis.
Também é possível realizar a Terapia Fotodinâmica em bactérias, no  controle microbiológico bastando corar a ferida contaminada  com o azul de metileno e irradiar com uma dosagem apropriada.

Algumas vantagens

  • • Terapia simples
  • • Evita internações prolongadas
  • • Evita mutilações cirúrgicas
  • • Preserva estruturas sadias
  • • Pós operatório mais rápido
  • • Possibilita aplicações repetidas
  • • Minimiza os efeitos colaterais de outras técnicas.
Masterview Fototerapia
Dr. G. Cestari

Aplicação de luz na ativação da droga fotossensível, promover uma escariação sobre o local a ser tratado. Aplicar a droga tópica e proteger por 3 horas da incidência de luz; Proteger os olhos, e as áreas periféricas ao tumor com um papel alumínio, expondo somente a área a ser tratada. Aplicar luz LED por 10 a 15 minutos ou 150 a 300j/cm².

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Início
Masterview Fototerapia
Final
Dr. G. Cestari

Tumor tratado com PDT com apenas uma aplicação.
Tomando cuidados especiais com a proteção dos olhos.

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Início
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Durante
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Final

Evolução de reparação após 1 ano da terapia fotodinâmica.
Derivado de porfirina ativado por luz vermelha 630nm.

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Início
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Durante
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Final

Após a terapia as células marcadas pela droga e ativadas com a luz sofrerão uma apoptose, com características clínicas de necrose da área tumoral. Após algumas semanas as células tumorais serão eliminadas e o tecido reparado, com uma cicatriz muito pequena.

Fotografias referentes ao artigo:
PDT experience in Brazil: A regional profile
V.S. Bagnato,b, C. Kurachia, J. Ferreiraa, L.G. Marcassaa, C.H. Sibata PhDb,∗, R.R. Allison b

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